Mostrando postagens com marcador Planejamento. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Planejamento. Mostrar todas as postagens

Brasil precisa inovar mais

Empresas nacionais têm de melhorar sua competitividade, afirma Carlos Arruda, da Fundação Dom Cabral.

A baixa inovação é um problema para o Brasil. A Fundação Dom Cabral divulga nesta quarta-feira (18) estudo internacional que aponta o País com baixo índice de competitividade e sinaliza preocupação e necessidade de mudanças. A informação é do coordenador do Núcleo de Inovação da entidade, Carlos Arruda, e foi divulgada em palestra na terça-feira (17) no 6º Congresso Latinoamericano de Clusters.



Segundo Arruda, as empresas brasileiras consideradas as que mais inovam destinam apenas 2,9% a esta finalidade. Na visão dele, não há investimentos em novos produtos ou tecnologias.



Carlos Arruda também chamou a atenção de alguns assuntos que serão destaque no estudo divulgado pela Fundação Dom Cabral, especificamente em relação à área econômica. Ele alertou sobre questões como o crescimento focado no consumo, as taxas de juros elevadas e a valorização excessiva do Real.

Acesso em:

Facebook lança serviço de geolocalização

Mecanismo ainda não está disponível no Brasil, mas não deve demorar a chegar

Acreditando que o marketing feito pelos amigos tem muitos poderes, o Facebook lançou o Facebook Deals, que permite encontrar as ofertas mais próximas pela rede social.

Essa ferramenta é uma maneira para as empresas conseguirem novos clientes, se aproximarem e, assim, conseguirem criar uma relação de fidelidade com os mesmos. Além de se divulgarem, claro.

Por meio da ferramenta de geolocalização é possível oferecer "oportunidades" para os clientes quando eles fazem check-in e buscam pelas ofertas mais próximas de sua localização.

Podem ser oferecidos quatro tipos de ofertas:

Individual Deal – que é ideal para incentivar as pessoas a visitarem seu negócio e é bem legal tanto para novos clientes como para os já existentes.

Friend Deal – que pode ser oferecida para grupos de até 8 pessoas. Quando eles fazem check-in juntos, todos ganham algo. Esse tipo de oferta é ótimo para espalhar o nome do seu negócio, afinal, são várias pessoas falando de você ao mesmo tempo.

Loyalty Deal – é um tipo de recompensa para seus clientes mais fiéis. Você diz quantas vezes essa pessoa precisa te visitar para ganhar um desconto ou um brinde. Isso ajuda a fazer com que seus clientes sempre retornem!

Charity Deal – permite que você faça uma doação de uma quantia de sua escolha toda vez que o cliente fizer check-in na sua loja. É uma ótima forma de ajudar sua comunidade.

É uma pena que essa ferramenta ainda não esteja disponível no Brasil, mas logo logo ela chega por aqui. O bom é que você já vai estar por dentro de tudo que rola com ela!

Marília Maciel e Paula Zanella - da equipe de conteúdo da área de mídias sociais da DigiPronto.

Acesso em:
http://www.administradores.com.br/informe-se/tecnologia/com-nova-ferramenta-de-geolocalizacao-facebook-lanca-mais-um-servico-que-pode-ser-util-para-empresas/44894/

Até 15 km por dia, táxi é mais barato do que carro

A aposentada Sônia Cacace, 69, abdicou do conforto do carro particular pela praticidade do táxi há dois anos.
"Como rodo pouco, o custo para manter um automóvel sai mais caro. Minhas oito colegas também fizeram o mesmo. Hoje, nem o trânsito caótico me estressa tanto", relata Cacace, que diz aproveitar melhor o tempo ocioso no banco do passageiro. 



Os cálculos do professor da FGV, Samy Dana, mostram quando é vantagem vender o carro e ir (ou ligar) para o ponto.

Para quem roda até 15 km por dia entre ida e volta (do trabalho, por exemplo), o táxi sai (1%) mais barato do que manter um veículo de R$ 40 mil (preço médio dos carros novos vendidos no país).
O custo anual para rodar aproximadamente 5.500 km com carro particular é de cerca de R$ 17.300. Isso quando o dono arca com combustível e todas as taxas, como inspeção, seguro e estacionamento. A depreciação do veículo também está inclusa - o Datafolha calcula que o carro perde 7% do valor ao ano.
"Considerei ainda que o valor de um carro médio aplicado renderia R$ 300 por mês. Isso custearia quase uma semana de táxi em trajetos curtos", calcula Dana.
Quando a comparação é feita com um modelo "popular", de R$ 25 mil e com motor 1.0, que é mais econômico, o táxi só compensa para quem roda até 10 km por dia.
Nesse caso, o custo anual para percorrer 3.600 km seria de R$ 12.463 R$ 10 a menos do que com o carro. 

Isso porque a tarifa de táxi na capital paulista é cara, apontam especialistas. Custa quase o dobro da de Buenos Aires, por exemplo.Em São Paulo, além dos R$ 4,10 iniciais, paga-se mais R$ 2,50 por quilômetro rodado. Após as 20h e aos domingos, esse valor aumenta 30%.Mesmo assim, o arquiteto de informação Avi Alkalay, 37, resolveu vender o segundo carro. "A cidade não comporta mais esse luxo."
A naturóloga Fernanda Leme, 27, desistiu de seu carro particular para aderir ao táxi após a Lei Seca, de 2008.
"Passei a usar táxi para ir às baladas e vi que era vantajoso, porque os estacionamentos estão muito caros." 

COLETIVO

Para o especialista em engenharia de tráfego Sérgio Ejzemberg, tanto faz usar táxi ou carro, porque o veículo individual vai ocupar o mesmo espaço na rua. A solução mais adequada é o transporte coletivo, como o metrô. "As pessoas só desistirão do carro quando houver um transporte coletivo decente - com o mínimo de conforto", diz. 

Acesso em:
http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/915738-ate-15-km-por-dia-taxi-e-mais-barato-do-que-carro.shtml

O medo de profissionalizar o negócio familiar

A conscientização da família é o primeiro passo para realizar a profissionalização


Um dos fatores que inibe a implementação de um negócio de família é o risco da empresa permanecer estagnada. Além dessa dificuldade, as companhias familiares apresentam outras questões específicas de seu caráter que podem comprometer o desenvolvimento.
Dois processos são fundamentais para a perpetuação de uma empresa familiar: o primeiro deles é a sucessão que, quando mal planejada ou mal conduzida, pode resultar no fracasso do empreendimento. Este processo precisa ser pensado com antecedência para que ocorra da melhor forma.
O segundo: a presença do fundador é muito importante, pois ele conhece o caráter da empresa, o contorno cultural, imprimiu os valores e os consolidou nas políticas de gestão. Ele é a pessoa adequada para identificar o herdeiro mais preparado para assumir o comando levando em conta, não só suas habilidades, mas também sua capacidade de continuar o modelo cultural estabelecido.


Sucessões determinadas apenas por laços familiares prejudicam o desenvolvimento da companhia. São casos de protecionismo e paternalismo, às vezes existentes nessas organizações, que debilitam seu crescimento.
Bem comum é que o empreendedor tenha como sucessor um filho que não está interessado na administração de seu patrimônio. Com um planejamento sucessório, todos esses aspectos serão analisados na escolha de um profissional capacitado para gerir a empresa, com todas as competências inerentes ao cargo que irá assumir.
O segundo processo que diminui as dificuldades e melhora a produtividade e o desenvolvimento da empresa é a profissionalização. É um instrumento utilizado para diferenciar os interesses da família e os da empresa, diminuindo possíveis conflitos.

Profissionalizar significa estabelecer critérios gerais que irão nortear as decisões dos diretores, além de criar regras para a definição de papéis corporativos e divisões de tarefas dentro da companhia.
A conscientização da família é o primeiro passo para realizar a profissionalização, pois o processo também se aplicará aos membros por meio de seu enquadramento às regras vigentes, avaliação do seu desempenho e adequação da sua conduta, da mesma forma que qualquer membro da organização. 
Para elaborar uma profissionalização nas empresas familiares é necessário conhecer a cultura implantada pelo fundador. Seus posicionamentos e atitudes traduzem os valores e princípios sob os quais a companhia foi baseada. A empresa que agregou sua atuação, o conhecimento do fundador e dos demais colaboradores ao negócio, não perderá a imagem que construiu com a implantação de um programa de profissionalização. Ao contrário, a tarefa do consultor é aperfeiçoar e agregar recursos a fim de melhorar o desenvolvimento da companhia. 

Acesso em:
http://www.nc.sebrae-sc.com.br/portais/negociocerto/