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Burnout: Como lidar com o esgotamento pessoal no ambiente de trabalho

Burnout é uma das conseqüências mais marcantes do estresse profissional, caracterizando-se geralmente por exaustão emocional, avaliação negativa de si mesmo, depressão e insensibilidade com relação a quase tudo e todos (até como defesa emocional).

O esgotamento (não apenas profissional) das pessoas, causado por sua ocupação ou atividade é uma situação cada vez mais comum, e vem recebendo da psicologia e medicina o nome de síndrome de burnout (do inglês, significando combustão completa).


A síndrome de burnout vai além do stress, e chega ao esgotamento: a sensação de exaustão da pessoa acometida. A descrição da Wikipédia ajuda a caracterizar:
"A chamada Síndrome de Burnout é definida por alguns autores como uma das conseqüências mais marcantes do estresse profissional, e se caracteriza por exaustão emocional, avaliação negativa de si mesmo, depressão e insensibilidade com relação a quase tudo e todos (até como defesa emocional).
Burnout é geralmente desenvolvida como resultado de um período de esforço excessivo no trabalho com intervalos muito pequenos para recuperação, mas alguns consideram que trabalhadores com determinados traços de personalidade (especialmente de neuroses) são mais suscetíveis a adquirir a síndrome. Pesquisadores parecem discordar sobre a natureza desta síndrome. Enquanto diversos estudiosos defendem que burnout refere-se exclusivamente a uma síndrome relacionada à exaustão e ausência de personalização no trabalho, outros percebem-na como um caso especial da depressão clínica mais geral ou apenas uma forma de fadiga extrema (portanto omitindo o componente de despersonalização)."

Prevenindo e combatendo o stress e burnout

O esgotamento no ambiente de trabalho nem sempre é irreversível. Para os aspectos médicos ou psicológicos você deve consultar um profissional habilitado que possa analisar o seu caso específico e lhe oferecer um tratamento; já para os aspectos do próprio ambiente profissional, muitas vezes há alternativas que você pode buscar sozinho.

Nem todo mundo pode se dar ao luxo de mudar suas rotinas no trabalho. Mas verifique as dicas abaixo, que fazem parte do artigo “Dealing With Professional Burnout Without Quitting Your Job“, publicado pelo The Simple Dollar, e reflita sobre a possibilidade de adaptá-las à sua situação.
  • Tire férias assim que possível. Tire 10 dias ou duas semanas de férias, e use para recarregar as energias. Se não for época de ir para a praia ou não puder viajar, simplesmente dedique-se a atividades de que você gosta e que não estava podendo fazer devido ao trabalho ou à preocupação constante.
  • Faça um balanço de suas atividades. Coloque na coluna dos ativos aquelas tarefas que você gosta de fazer ou que o fazem se sentir produtivo, e na dos passivos as que você ativamente desgosta, ou que lhe parecem inúteis ou sem valor. Reflita sobre o saldo geral desta conta,
  • Seja seletivo durante 2 semanas. Se estiver ao seu alcance, responsavelmente dê prioridade às tarefas que fazem você se sentir produtivo e genuinamente contribuindo para o sucesso de sua atividade, mesmo que isso signifique que as outras vão se acumular um pouco. Ou pelo menos altere o equilíbrio da sua distribuição de tempo em favor das tarefas “positivas”. Esta pausa para respirar pode prevenir o esgotamento, mesmo que depois você ainda vá ter de resolver as pendências que criou.
  • Reduza o tempo dedicado a tarefas secundárias “negativas”. Não gosta de ler e-mail? Passe a ler apenas no começo de cada turno. Odeia a burocracia? Deixe acumular tanto quanto responsavelmente possível, e aí faça o lote todo de uma vez. Não há como evitar estas tarefas seciundárias, mas você pode restringir o tempo dedicado a elas.
O artigo do The Simple Dollar tem mais dicas (e eu sugiro a leitura), mas termina com uma reflexão importante (embora potencialmente mais fácil de fazer em uma economia aquecida e com boa oferta de emprego): um trabalho que torne miserável a sua vida não vale a pena.
Eles querem dizer o óbvio: é importante tentar corrigir os problemas na sua situação, mas se não houver sucesso, às vezes vale a pena começar a atualizar o currículo e procurar uma oportunidade de seguir em frente. Leve em conta a sua qualificação e o momento em que você se encontra na sua carreira, e avalie bem suas opções, à luz até mesmo dos efeitos sobre sua saúde e sua família!

Fonte:
http://www.efetividade.net/2007/11/05/burnout-lidando-com-o-esgotamento-pessoal-no-ambiente-de-trabalho/
http://www.pedagogiaaopedaletra.com/wp-content/uploads/2011/06/burnout.jpg

1º E-learnig Corporativo e as 150 melhores empresas para se trabalhar

Não é por acaso que as empresas mais rentáveis são as melhores empresas para se trabalhar.
 
Ministrado no último dia 03 de junho de 2011, o encontro promovido pelo Portal Educação teve como foco a implementação do ensino EaD nas organizações. A apresentação contou com algun cases de empresas que se encontram entre as 150 melhores empresas para se trabalhar na América Latina. Essa pesquisa foi publicada na revista Você/S.A Exame que mostrou algumas das estratégias utilzadas por essas empresas.

Dentres as estratégias dessas empresas algumas são unânimes sendo elas: ter bem definidas sua Missão, Visão e Valores, utilização do ciclo PDCA, ter uma Gestão de Cargos e Salários, Planos de carreira, Endomarketing ativo, e algumas outras. 
Não é por acaso que, as empresas mais rentáveis são as melhores empresas para se trabalhar, pois tem uma política voltada primeiramente para seu público interno. Somente após isso é que o público externo tem contato com o produto ou serviço de qualidade.
Segue lista das dez melhores empresas para se trabalhar da América Latina:

Whirlpool Latin America
Volvo
Caterpillar
BV Financeira
Sama
Laboratório Sabin
Gazin
Eurofarma
Coelce
10ª Dupont

A utilização de mídias sociais para a divulgação de serviços e prospecção de novos clientes está a cada dia sendo mais eficiente. Empresas economizam na média de R$ 3mil a R$ 5mil reais em mídias convencionais. Soluções apresentadas para a disseminação de informação nas empresas foi dada com métodos EaD, já que em algumas empresas e indústrias não podem ter um afastamento de seu colaboradores e o conteúdo pode ser apresentado ao vivo como vídeo-conferência ou gravado e reprisado aos grupos como vendas, administrativo e assim por diante.

Os temas apresentados e seus respectivos palestrantes:



Os desafios de se tornar (e se manter como) uma das 50 melhores empresas para se trabalhar da América Latina com Ricardo Nantes - Presidente do Portal Educação;

Como implementar um Projeto de e-Learning na organização
com Willyans Coelho – Diretor Executivo RH.com.br

Web 2.0 e uso das mídias sociais na educação corporativa
com Robson Santos da Silva Ead Amazon

Palestra “Por que as Melhores Empresas para Trabalhar são mais rentáveis?”
com Ruy Shiozawa - CEO do Great Place to Work® Institute Brasil

"A Gestão Estratégica da Educação Corporativa em Instituição Pública - Case TJMS" com Margarida Machado - Diretora da Secretariada da Escola do Servidor - TJMS

O autoconhecimento como diferencial competitivo
com Rubens Gustavo Gurevich CEO da Your Life Brasil

Universidade Corporativa Virtual como solução para Pequenas e Médias empresas com Guilherme Dias - Diretor Comercial Portal Educação

Mesa redonda com todos os palestrantes – Desafios da Educação Corporativa
com Josué dos Anjos Mediador.

Fonte:
http://www.150melhoresempresas.com.br/
http://www.portaleducacao.com.br/palestras/detalhes-palestra/14