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Diferencial do profissional de hoje é falar a língua espanhola

Economia e cultura valorizam cada vez mais a língua espanhola

O inglês sempre foi o idioma mais valorizado e conhecido mundialmente. No entanto, aspectos como a globalização, economia e aspectos culturais estão começando a valorizar cada vez mais a língua espanhola dos países vizinhos.


Hoje, o inglês já deixou de ser um diferencial para um profissional, passando do diferencial para um pré-requisito do mercado de trabalho. Agora, a grande sacada é apostar em espanhol no currículo profissional.



Com o crescimento da economia brasileira e também com o desenvolvimento dos negócios em razão ao Mercosul, falar a língua espanhola é fundamental. “Todos nós sabemos e divulgamos a importância da língua inglesa, porém este crescimento do espanhol vem confirmar que a língua inglesa já se tornou um requisito básico nos bons currículos hoje em dia”, afirma a tutora do Portal Idiomas, Débora Queiroz.


Débora ainda explica que “o espanhol a cada dia se torna mais importante em nosso país que é rodeado de países hispano-hablantes que são grandes investidores”.


Emprego ruim deprime mais do que o desemprego


Entre os profissionais que desempenham funções sem incentivos emocionais, as supostas vantagens do emprego desaparecem

Ainda que não representem a maioria dos trabalhadores brasileiros, os jovens saem na frente entre os desempregados. É o que aponta o SIPS (Sistema de Indicadores de Percepção Social sobre Trabalho e Renda). Os trabalhadores com idade entre 18 e 29 anos, segundo o estudo, representaram 54% dos desocupados. A realidade, no entanto, não é exclusiva do Brasil. A última edição do relatório de Tendências Mundiais de Emprego para a Juventude realizado pela Organização Internacional do Trabalho apontou crescimento de 0,9 ponto percentual na taxa de desemprego entre jovens de 15 a 24 anos, quando 13% desta parcela da população não tinha emprego.

Os trabalhadores com idade entre 18 e 29 anos
representaram 54% dos desocupados brasileiros

Embora a falta de emprego seja preocupante, há outra situação que gera um stress ainda maior aos profissionais em início de carreira: um emprego de má qualidade - seja de baixa remuneração ou sem perspectivas de crescimento. Um estudo sobre a relação entre saúde mental e as condições de trabalho, realizado pelo de Centro de Pesquisa de Saúde Mental da Universidade Nacional da Austrália, comprova que estar desempregado é ruim para a saúde mental. Mas, entre aqueles profissionais que desempenham uma função sem nenhum incentivo, as supostas vantagens de ter um emprego desaparecem.

Os conflitos causados pelo desemprego, de acordo com o relatório da Universidade de Michigan, Estados Unidos, são evidenciados em diversas etapas. Inicia com a depressão, que eventualmente pode gerar perda de controle emocional e, por fim, afetar o estado de saúde. Em contra partida, Eugenia Franco, psicóloga e professora da Universidade Nacional Autônoma do México, destaca a perda de produtividade dos profissionais desmotivados com seus empregos.

"O profissional vive sentimentos muito diversos, desde ansiedade e alteração de humor, até o desespero, problemas para acordar e ir ao trabalho e a necessidade constante de buscar novas oportunidades de emprego", diz a psicóloga. E quando o encontro do emprego substituto não atinge as expectativas, o profissional tende a sentir medo e, inclusive, crer que não é bom o suficiente para estar em uma empresa que poderá receber mais reconhecimento e apoios.

Problemas também identificados pelo estudo da Universidade da Austrália, publicado na revista Occupational and Environmental Medicine, que acrescenta a degradação gradativa da saúde mental desses profissionais. Há, na opinião da Eugenia, vários cenários que propiciem esses problemas, entre eles a exigência de trabalhos nos finais de semana e as promessas de recompensas não cumpridas.

Acesso em:
http://noticias.universia.com.br/tag/emprego/

Brasil precisa inovar mais

Empresas nacionais têm de melhorar sua competitividade, afirma Carlos Arruda, da Fundação Dom Cabral.

A baixa inovação é um problema para o Brasil. A Fundação Dom Cabral divulga nesta quarta-feira (18) estudo internacional que aponta o País com baixo índice de competitividade e sinaliza preocupação e necessidade de mudanças. A informação é do coordenador do Núcleo de Inovação da entidade, Carlos Arruda, e foi divulgada em palestra na terça-feira (17) no 6º Congresso Latinoamericano de Clusters.



Segundo Arruda, as empresas brasileiras consideradas as que mais inovam destinam apenas 2,9% a esta finalidade. Na visão dele, não há investimentos em novos produtos ou tecnologias.



Carlos Arruda também chamou a atenção de alguns assuntos que serão destaque no estudo divulgado pela Fundação Dom Cabral, especificamente em relação à área econômica. Ele alertou sobre questões como o crescimento focado no consumo, as taxas de juros elevadas e a valorização excessiva do Real.

Acesso em:

Facebook lança serviço de geolocalização

Mecanismo ainda não está disponível no Brasil, mas não deve demorar a chegar

Acreditando que o marketing feito pelos amigos tem muitos poderes, o Facebook lançou o Facebook Deals, que permite encontrar as ofertas mais próximas pela rede social.

Essa ferramenta é uma maneira para as empresas conseguirem novos clientes, se aproximarem e, assim, conseguirem criar uma relação de fidelidade com os mesmos. Além de se divulgarem, claro.

Por meio da ferramenta de geolocalização é possível oferecer "oportunidades" para os clientes quando eles fazem check-in e buscam pelas ofertas mais próximas de sua localização.

Podem ser oferecidos quatro tipos de ofertas:

Individual Deal – que é ideal para incentivar as pessoas a visitarem seu negócio e é bem legal tanto para novos clientes como para os já existentes.

Friend Deal – que pode ser oferecida para grupos de até 8 pessoas. Quando eles fazem check-in juntos, todos ganham algo. Esse tipo de oferta é ótimo para espalhar o nome do seu negócio, afinal, são várias pessoas falando de você ao mesmo tempo.

Loyalty Deal – é um tipo de recompensa para seus clientes mais fiéis. Você diz quantas vezes essa pessoa precisa te visitar para ganhar um desconto ou um brinde. Isso ajuda a fazer com que seus clientes sempre retornem!

Charity Deal – permite que você faça uma doação de uma quantia de sua escolha toda vez que o cliente fizer check-in na sua loja. É uma ótima forma de ajudar sua comunidade.

É uma pena que essa ferramenta ainda não esteja disponível no Brasil, mas logo logo ela chega por aqui. O bom é que você já vai estar por dentro de tudo que rola com ela!

Marília Maciel e Paula Zanella - da equipe de conteúdo da área de mídias sociais da DigiPronto.

Acesso em:
http://www.administradores.com.br/informe-se/tecnologia/com-nova-ferramenta-de-geolocalizacao-facebook-lanca-mais-um-servico-que-pode-ser-util-para-empresas/44894/

Para o Dieese, salário mínimo deveria ser de R$ 2.255,84

Esse é o valor mínimo que o trabalhador precisaria para suprir as próprias necessidades e as da sua família em abril

Imagine se os seus rendimentos mínimos mensais somassem R$ 2.255,84? Esse é o valor estipulado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) para que um trabalhador comum e sua família pudessem viver satisfatoriamente durante o mês de abril.


Para a realização do levantamento mensal, foi considerado o maior valor apurato para a cesta básica em São Paulo, de R$ 268,52, e a própria Constituição, que afirma que o salário mínimo deve ser o bastante para cobrir despesas básicas como alimentação, moradia, saúde, transportes, educação, vestuário, higiene, lazer e previdência. Resultado: o salário mínimo atualmente (R$ 545) é 4,14 vezes menor do que deveria serapra garantir esses serviços.



Em relação ao mês anterior, o valor estipulado pelo Dieese foi ligeiramente superior (cerca de R$ 7 ou 8), 4,12 vezes superior ao piso atual. Já na comparação com o mesmo período do ano passado, houve uma leve redução: em abril de 2010 um trabalhador comum precisaria de R$ 2.257,52, ou 4,42 vezes o valor do salário mínimo em vigor na época, de R$ 510.

Acesso em:
http://www.administradores.com.br/informe-se/economia-e-financas/para-o-dieese-salario-minimo-deveria-ser-de-r-2-255-84/44584/